segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

INFANTIS E INICIADOS: Calendário Provisório da 2.ª fase

Terminou, no passado fim de semana, a fase regular dos Campeonatos Distritais da 2.ª Divisão de Infantis e Iniciados. Em Agosto do ano passado, para além da 1.ª fase, foi sorteada e calendarizada a fase final, pelo que estamos em condições de apresentar, desde já, um calendário provisório da 2.ª fase, sujeito a alterações da responsabilidade da AF Porto.

   

Plano de Treinos para a semana de 28/02 a 04/03

domingo, 13 de fevereiro de 2011

I TORNEIO FUTEBOL 5 ANTÓNIO QUEIRÓS - 1.º DIA

O sol resolveu aparecer e alegrou a manhã de 12/02/2011, data em que se disputou, no nosso Complexo Desportivo, a primeira jornada do I Torneio de Futebol de 5 António Queirós. A designação deste Torneio tem como objectivo homenagear o 1.º presidente do GDAS que muito ofereceu da sua vida e não só ao nosso Clube. Entendemos que só podemos chegar ao futuro lembrando-nos do passado e de quem trabalhou para podermos ter o que temos hoje...

Por falar em futuro, ontem passaram pelo nosso pelado dezenas de crianças com uma vontade imensa de jogar à bola. E que bem que eles jogaram!... Driblaram, remataram, cabecearam, fizeram passes, defenderam, atacaram, correram, saltaram, lutaram, sorriram, no fundo foram crianças que fizeram o que mais gostam: JOGAR FUTEBOL.

Foi, sem dúvida, uma manhã bem passada em que os valores da solidariedade, amizade, a confraternização e o espírito de "fair-play" foram os grandes vencedores.  

Aqui ficam algumas imagens dos jogos disputados e dos "craques" do futuro:

 FOLGOSA DA MAIA FC
 MOCIDADE S.GEMIL AC



 PEDROUÇOS AC
 GD ÁGUAS SANTAS



    Acompanhantes das equipas

RESULTADOS:
  • Mocidade S. Gemil - Folgosa da Maia FC 3-1
  • GD Águas Santas - Pedrouços AC 3-3
Fotos de Fernando Branco

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Análise da Semana

APRENDER, ANALISANDO O JOGO...

“(…) na minha perspectiva a chave do jogo voltou a estar na direita do ataque do Porto, mas com uma nuance estratégica que baralhou completamente o duplo pivot do Benfica: estando em posse de bola, principalmente quando esta estava do lado esquerdo do ataque do FC Porto, Belushi saía do raio de acção do duplo pivot do Benfica, abrindo na direita. Hulk deslocou-se nestes momentos para dentro, procurando arrastar consigo David Luiz. Como Coentrão estava “fixado” em Sapunaru, criou-se um espaço que Belushi e Hulk aproveitaram com grande eficácia. Atente-se que os golos do Porto nascem todos daí e em nenhum está Sapunaru envolvido!”

O parágrafo anterior foi retirado na minha análise ao jogo Porto 5 Benfica 0 para a Liga Portuguesa, http://www.coachcarvalhal.com/site/pt/artigos/f-c-porto-vs-s-l-benfica-chaves-do-jogo. Pois bem, na minha óptica o Benfica começa a ganhar este jogo ao resolver o problema acima referido - 1ª chave do jogo!

E como o fez? Mudando ligeiramente o seu sistema táctico! Manteve uma linha defensiva de 4; jogou com dois jogadores no centro do meio campo lado a lado, Javi mais à direita de “olho” em Moutinho e César Peixoto na esquerda, a pressionar e acompanhar todas as movimentações de Belluschi; Saviola posicionado sobre Fernando, constantemente preparado para pressionar o defesa central que Cardozo não pressionava; Gaitan na esquerda e Sálvio na direita a exercer uma forte pressão inicial sobre Sereno e Sapunaru, respectivamente.

No outro jogo (para o campeonato), fiquei com a sensação que o Porto jogou com o orgulho ferido, por ter perdido o campeonato anterior, impondo elevadas intensidade e agressividade. Nos primeiros minutos deste jogo tive a mesma sensação mas relativa aos jogadores do Benfica, e penso que conseguiram surpreender o Porto na forma pressionante e agressiva como abordaram o jogo.

A segunda chave do jogo foi o facto de o Benfica entrar a pressionar de forma intensa e bem “alto”. O Porto é uma equipa que habitualmente gosta de ter a posse da bola, e aquando da sua circulação, esta passa muito pelos defesas centrais e por Fernando. Numa primeira fase de construção do Porto, a equipa do Benfica pressionou bastante, o que intranquilizou a manutenção da posse da bola e “construção de jogo” inicial. Cardozo foi sempre um elemento muito activo, escolhendo o momento de pressão sobre um dos centrais, enquanto Saviola “guardava” Fernando. No momento do passe do central que Cardozo pressionava para o outro defesa central, Saviola saía do raio de acção de Fernando para impôr uma forte pressão no outro central. Como as linhas de passe para os laterais se encontravam nestes instantes bloqueadas (pela acção de Gaitan e Salvio), o jogo de posse do Porto perdeu “orientação” e intenção.

A segunda parte ficou marcada pela expulsão de Coentrão aos 60m. O Benfica reorganizou-se defensivamente: César Peixoto posicionou-se como defesa lateral esquerdo, Saviola (substituído pouco depois por Aimar) ficou mais perto de Javi; Salvio e Gaitan mantiveram-se nos corredores, e claro, Cardozo manteve-se como avançado na frente.

O Porto, que tinha substituído James por Rodriguez ao intervalo (passando Varela para a esquerda, Rodrigues para a direita e Hulk na frente), substituiu Belluschi por Guarin, e apesar de manter uma alternância posicional constante, ficou algum tempo com: Hulk na direita, Varela na esquerda, Rodrigues e Guarin na frente de ataque, com Fernando e Moutinho numa linha mais recuada do meio campo.

Dava a ideia de que faltava ao Porto gente na frente e que quando atacava existia “demasiado equilíbrio” para preparar a transição defensiva. Nesta fase do jogo o Porto raramente chegou com perigo à baliza de Júlio César! Verificou-se alguma precipitação na posse e consequentemente na dinâmica de jogo. Pela pouca presença dos seus defesas laterais no ataque (principalmente Sereno na esquerda), o jogo pedia desequilíbrios vindos de trás, já que os avançados não conseguiam fazê-lo, uma vez que o Benfica garantiu sempre um 2x1 defensivo sobre as unidades mais criativas do Porto.

Retirado de artigo de opinião de Carlos Carvalhal  publicado no sítio http://www.coachcarvalhal.com, no dia 3-2-2011.

Foto da semana

Luta livre!?...


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

FOTO DA SEMANA

COORDENAÇÃO, ESFORÇO, GARRA...



BENJAMINS TÊM COMPETIÇÃO ATÉ JUNHO

Já é conhecido o calendário da 2.ª fase do Campeonato Distrital de Benjamins. Os nossos "miúdos" vão ter a companhia das seguintes equipas: SC Canidelo, Sp. Cruz, AD Marco 09, FCF Felgueiras, CF Ol. Douro, São Pedro Cova, UD Valonguense, Sobreirense, Baltar, CD Torrão e Duas Igrejas. 

O calendário dos jogos é:
BOA SORTE E APROVEITEM PARA EVOLUIR COMO JOGADORES E EQUIPA!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Opinião da semana

Naval: a estreia de Mozer

Na passada semana, falava aqui da necessidade da Naval reforçar o meio-campo (na intensidade e/ou ocupação dos espaços) para poder crescer como equipa. Era difícil fazê-lo mudando a estrutura global (4x3x3) do onze. Consciente, Mozer mudou a estrutura do…sector. Inverteu o triângulo e passou a jogar só com um pivot-defensivo (Curto). Como não tem médio-ofensivo, ocupou a segunda linha do triângulo com dois médios mais subidos (Godemeche-Haw). Mais do que para criar, eles estavam lá para pressionar mais alto. Ou seja, a equipa subiu a sua linha de pressão.

Antes, esses mesmos dois médios jogavam como duplo-pivot defensivo quase encostados à defesa. Em Guimarães, sucedeu o contrário e a mesma dupla surgiu mais subida. Desta forma, ocupou melhor os espaços do meio-campo em pressão e ligação com o ataque. Depois, bastava Bolivia ser estruturalmente mais lento que Fábio Júnior e Marinho para ficar entre os médios no lançar do contra-ataque. Em suma: definir bem as zonas de pressão é a base das equipas pequenas sobreviverem na maioria do tempo.

Artigo de opinião de Luís freitas Lobo publicado no sítio Planeta do Futebol

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A competição na Formação

Qual é o papel da competição no crescimento dos jogadores?


A competição é fundamental para o crescimento dos jogadores e equipas. Em virtude disso, tem que existir competição o máximo de tempo possível para que possa ir muito para além do tempo dos jogos da competição “formal”. Tem que existir no treino! A competição é algo que está inerente aos jogos de oposição e que motiva os seus praticantes e treinadores na arte de desenvolvimento das capacidades de jogo. Assim, para se tornar mais apto para competir, nada melhor do que competir!

No entanto, a competição é muito importante não só pela motivação em superar as dificuldades, em atingir um objectivo (o do jogo) mas também pela necessidade de haver resposta na prática, na feitura do contexto. No treino e nos processos existe uma lógica (mais ou menos presente e mais ou menos acentuada) que resulta de quem modela o processo (treinadores e jogadores) e que faz com que haja uma lógica de problemas que se acentuam com o decorrer do tempo. Existe uma identificação mais forte e presente com a continuidade dos intervenientes. Assim o é em todos os processos (espontâneos, construídos ou modelados). Logo, quando se compete contra outras equipas, encontramos problemas diferentes dos que praticamos. Esta variabilidade e desafio aguçam o apetite aos melhores. Daí que a emotividade seja mais presente nos jogadores e equipas, acompanhado na maioria das vezes pela assistência que se manifestam no decorrer do jogo. Tudo isto torna a competição diferente que permitem vivências e aquisições dos jogadores/equipas diferentes e muito importantes para o sucesso desportivo dos mesmos.

Para além destas particularidades existe uma outra que não é menos importante: o poder de intervenção do treinador. Na competição, o treinador encontra-se muito mais «limitado» na sua intervenção sobre o que acontece, que se restringe aos tempos antes dos jogos, ao intervalo e no final. No decorrer do jogo não pode parar a situação, muitas das situações não pode controlar e também ele se encontra nas circunstâncias que envolvem o jogo como o público, o árbitro e adversário, tal qual acontece com a sua equipa. A sua intervenção acontece com feedback durante o jogo mas sobretudo com as substituições que faz. Daí que a sua capacidade para modelar o contexto seja muito mais reduzida do que no treino. Deste modo, os jogadores e equipa têm que ser “autónomos” para jogar. A grande virtude da competição passa por isso porque revela mais espontaneamente aquilo que é o processo (considerando as características do adversário).

Retirado de artigo de opinião da Prof.ª Marisa Gomes (Coordenatora Técnica do FC Foz), publicado no sítio zerozero

domingo, 9 de janeiro de 2011

SENIORES: Derrota injusta no Bessa

Fica marcado para a história do GDAS o dia 9/01/2011, pela nossa visita ao Estádio do Bessa XXI, não pelo resultado injusto obtido, mas, mais uma vez, pela qualidade de jogo demonstrado, pela luta, entrega e dedicação de todo o Grupo de Trabalho e também pela comparência de inúmeros atletas da formação do clube, que apoiaram a nossa equipa e que concerteza terão sonhado com a possibilidade de um dia pisarem um palco semelhante para mostrarem o futebol que tanto gostam de jogar...

Nada como uma imagem para perpetuar um momento...
Foto de Fernando Branco